Bem que isso pode acabar virando matéria para concurso, se é que já não virou. Fazendo uma análise um tanto quanto sociológica da sociedade hoje, dá para ver o quanto o negro avançou, mesmo que não seja uma etnia muito numerosa. Até mesmo os hispânicos são em maior número nos EUA, por exemplo.
No entanto, se formos ver a parada de sucessos musical daquele país, dá para perceber o quanto eles são hegemônicos na música. Veja o exemplo das músicas número 1 nos dias 1º de novembro. O último artista branco a emplacar o número 1 foi Christina Aguilera, em 2000. Depois disso, só artistas negros. E isso se repete para praticamente qualquer dia do ano que se olhar.
Nos esportes, os negros já dominam. Pense em qualquer time de basquete e futebol americano e é bastante provável que a grande estrela seja negra. Pense no futebol, onde o maior craque de todos os tempos, Pelé, é negro. Pense na Fórmula 1. O atual campeão, Lewis Hamilton, também é negro.
Não bastasse isso, os EUA vão fazer suas eleições na quarta-feira. É bastante provável que Barack Obama, negro, seja eleito o primeiro presidente dessa etnia naquele país.
Realmente, um feito fantástico para um povo que, pouco mais de um século antes, era majoritariamente escravo em todo o mundo ocidental. Um povo que sofreu de racismo e muita discriminação, mas que está aí, agora, ocupando seu lugar na sociedade de igual para igual com outros povos.
Parabéns à raça negra!
PS: devo dizer que o estilo e a temática da música negra contemporânea me agradam. Eu quase que vejo o clipe do TI (Whatever you like) só para apreciar o Maybach, a Rolls Royce, a Mercedes SLR e o Aston Martin Continental. Afinal, como dizem, quem gosta de pobreza é intelectual.